Poema IV
De tudo que fui, não mais serei
Farei diferente à minha maneira
Caminhos traçados, escolhas erradas
Pra ver, pra saber
Se consigo apagar a tal dor de viver
Se usei meu corpo, usarei minha mente
Se fui furacão, serei corrente
E se fui magia, serei descrente
Se fui atenta, serei ausente
Mas uma parte de mim que não posso mudar
É aquela que sempre ficará
que carregarei comigo pra sempre, não importa o que eu faça ou invente
É a parte de mim que sempre foi e sempre será
Doente.
Farei diferente à minha maneira
Caminhos traçados, escolhas erradas
Pra ver, pra saber
Se consigo apagar a tal dor de viver
Se usei meu corpo, usarei minha mente
Se fui furacão, serei corrente
E se fui magia, serei descrente
Se fui atenta, serei ausente
Mas uma parte de mim que não posso mudar
É aquela que sempre ficará
que carregarei comigo pra sempre, não importa o que eu faça ou invente
É a parte de mim que sempre foi e sempre será
Doente.
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